martes, 9 de marzo de 2010

Quel second club pour Paris ?

So Foot
Quel second club pour Paris ?
Le Red Star s’avère sur le papier le meilleur candidat pour (re)devenir le second grand club parisien. D’abord parce qu’il l’a déjà été (4 coupes de France avant guerre) du haut d’une histoire plus que centenaire (et au départ il s’agit d’un club bourgeois), fondé par un Jules Rimet, inventeur de la coupe du monde de football (excusez du peu) et président de la FIFA. Et tout le monde le sait, le football n’est pas qu’une affaire de gros sous. Ou plutôt les gros sous viennent quand la valeure ajoutée identitaire et patrimoniale fonctionnent à plein.

De ce point de vue, la dimension banlieusarde semble le principal vecteur susceptible de façonner un destin à ce club solidement ancré dans St-Ouen la rouge. Patrice Haddad, nouveau président venu de la pub, a pris son bâton de pèlerin avec la foi du nouveau converti : « Les grands clubs ne meurent jamais et le Red Star peut désormais rebondir en s’appuyant sur la culture urbaine du 93. C’est autour d’un ensemble de valeurs que l’on bâtira un destin. Le Red Star peut jouer sur les deux tableaux, son passé glorieux et son enracinement à Saint-Ouen. Qui dit mieux ? » L’important, c’est d’y croire.

Car jamais les verts et blancs n’ont réussi à s’imposer dans les cœurs au-delà d’un cercle local de fidèles (c’est déjà cela). Et les maillots du PSG ont depuis envahi les halls de cité, pendant que la génération Hip-Hop (tout comme Besancenot), ne rêve que du parc (quand ce n’est pas ou plus le vélodrome).

Claude Bartelone, le socialiste qui a réussi à rafler le conseil général de Seine-Saint-Denis aux cocos préfère demeurer sur sa prudente réserve : « Même si on rêve tous d’une grande équipe populaire en banlieue, pour le moyen terme, il faut être très prudent. Evidemment le Red Star semble un des incontournables de l’équation, reste à trouver la formule magique »

lunes, 8 de marzo de 2010

Cine y fútbol: "El secreto de sus ojos"

Por Pablo Aro Geraldes

"El secreto de sus ojos", la película argentina que esta noche ganó el Oscar al mejor film en lengua no inglesa, tiene una escena memorable, rodada en el estadio de Huracán, en Buenos Aires:


La película dirigida por Juan José Campanella sobre guión de Eduardo Sacheri es una obra maestra del cine y esta escena demuestra una calidad digna de las mejores tomas de Hollywood: el plano secuencia es impecable. El detalle de las vestimentas de los jugadores (a mediados de los '70) y hasta el relato de José María Muñoz en una imitación impecable de Jorge Troiani.

"El tipo puede cambiar de todo, de cara, de casa de familia, de novia, de religión, de Dios, pero hay una cosa que no puede cambiar: no puede cambiar de pasión", le dice Sandoval, el personaje que encarna Guillermo Francella, a Benjamín Espósito (Ricardo Darín), cuando piensan la forma de dar con un asesino. Allí es cuando saben de su afición por Racing y deciden buscarlo en la tribuna, entre los hinchas en un partido entre Huracán y La Academia.

Imperdible.

Lugar de mulher é na luta... e nos estádios!

Rash São Paulo

O futebol é, culturalmente, paixão nacional ao redor do mundo e, no Brasil, não seria diferente. São poucos os homens que não têm um time do coração e que o acompanham desde a infância, brigando por ele desde então. Porém, e quanto às mulheres? Onde estamos quando o assunto é futebol?

Desde criança somos direcionadas a esportes, jogos e brincadeiras tidas como femininas, enquanto que nossos irmãos, primos e pais são quase que 100% voltados ao futebol. Porém, algumas de nós começam a sentir gosto pelo esporte, por um time, seja pra jogar, pra assistir pela televisão ou até mesmo, estar nas arquibancadas.

Tradicionalmente, a mulher, no Brasil, ainda é vítima de preconceito de gênero diariamente, no trabalho, dentro de campo (basta comparar os salários astronômicos pagos aos jogadores e a “ajuda de custo” destinada às jogadoras) e, também, nas arquibancadas.

O que vemos hoje no futebol masculino é a capitalização dos jogadores em suas transações com foco estritamente pecuniário, deixando de lado o futebol, o torcedor, se tornando um negócio, um mercado financeiro. Quanto ao futebol feminino, vemos jogadoras que ganham mal (em relação aos homens) e que, com certeza, não têm a mesma visibilidade que os jogadores “astros”. Mas, ainda assim, jogam com força, vontade, independentes do dinheiro e fama.

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Manifestação da torcida Ultras Resistência Coral , do Ferroviário Atlético Clube

As arquibancadas são, ainda hoje, quase que em tua totalidade preenchidas por homens, porém, vemos alguns rostos femininos no meio da multidão. E cada vez mais essas mulheres não estão lá apenas para acompanhar o marido, o pai ou o filho, mas sim, porque elas querem torcer e apoiar o time do coração, elas gostam de futebol.

É nessa hora que os machistas de plantão, vêm com o discurso pronto de que mulheres não entendem de futebol, temos credibilidade zero nesse assunto (aqui entra aquela piadinha machista: “o que é impedimento?”). Mas me pergunto, o que é “entender de futebol”? Se for sentar diariamente em frente à TV e assistir a todos os programas a La mesa redonda, com discussões sobre lances polêmicos, penalidades mal marcadas, árbitros ruins e estratégias furadas, realmente, não são todas de nós que se interessa por isso. Assim como muitos homens também não se interessam, mas têm a obrigatoriedade de se manter em dia com esse tipo de programa, pois não querem passar por “desentendido” perante outros machsitas.

No entanto, entender futebol vai além de sentar no sofá, criticar a arbitragem, o treinador, depois zapear pelos canais, pegando opiniões furadas, e no dia seguinte defendê-las nas rodas de amigos; e vai além, também, de definições técnicas (impedimento: o jogador se encontra mais próximo da linha de meta contrária que a bola e o penúltimo adversário). Entender é comparecer. Ir aos jogos, torcer, apoiar o time, xingar o juiz, vibrar, levantar a bandeira, honrar a camisa!. Isso, devo lhes dizer, nós mulheres temos no sangue. Que venham as arquibancadas, pois lugar de mulher é na luta... e no futebol!

sábado, 6 de marzo de 2010

Solidaridad de hinchas antifascistas con los afectados por el terremoto en Chile

Camión con ayudas recolectadas. Foto cortesía de Víctor Resorte

"Un Sentimiento", grupo antifascista de la barra "Los de Abajo" (Universidad de Chile), realizó una actividad de solidaridad con una parte de su pueblo que fue afectado por el brutal cataclismo hace una semana.

La ayuda que se logró juntar (un camión lleno de donaciones) fue entregada por un par de compañeros en la ciudad de Constitución, una de las más afectadas por el terremoto y el posterior tsunami.

Éste ha sido el temblor más fuerte de los últimos cincuenta años ocurrido en Chile.

miércoles, 3 de marzo de 2010

Bloc futbolero antifa

Penya Talibán Blaugrana

Descobriment, almenys per la meva part, d'un nou bloc futboleru de caire antifa, d'esquerres i antiracista. Fa molt bona pinta. Aquí us passo l'enllaç, el qual també estarà disponible de manera permanet als enllaços: http://futbolrebelde.blogspot.com/